Dúvidas

O cancelamento pode ser realizado quando o cliente quiser, lembrando que o contrato estará ativo pelos 30 dias seguintes ainda, depois será inativado.

As plantações possuem crescimento e disponibilidade natural de acordo com as estações do ano (primavera, verão, outono e inverno).
Assim, existem épocas que um produto pode estar disponível e outras não. Devido a esta sazonalidade é importante que confirme quais os produtos disponíveis na semana deseja receber.
Caso não faça a confirmação e as disponibilidades forem as mesmas, será considerado para entrega os mesmos produtos que a semana anterior.

Não. A produção orgânica vai além da não utilização de agrotóxicos. O cultivo deve respeitar aspectos ambientais, sociais, culturais e econômicos, garantindo um sistema agropecuário sustentável.

Conforme a legislação brasileira, o consumidor reconhece o produto orgânico através do selo brasileiro ou pela declaração de cadastro do produtor orgânico familiar. Todo produto orgânico vendido em lojas e mercados tem que apresentar o selo em seu rótulo. Já o agricultor familiar precisa vender seus produtos diretamente, para que o consumidor possa estabelecer uma relação de confiança com ele ao comprar seus produtos na feira.

O sistema orgânico busca o equilíbrio do ecossistema para resultar em plantas mais resistentes a pragas e doenças. Para impedir a disseminação de doenças, outras culturas são utilizadas durante o cultivo ou alternadas com a produção. Plantas consideradas daninhas para muitas lavouras são usadas na agricultura orgânica por atraírem para si as pragas e enriquecerem o solo, fortalecendo as plantações e evitando doenças.

Os produtores de orgânicos utilizam o rodízio de culturas e diversificação de espécies entre e dentro dos canteiros. Nas lavouras, são aplicados cordões de contorno com plantas diversas, que ajudam a proteger a plantação de pragas e doenças, servem como quebra-vento e também protegem o solo contra erosão. Praticam o plantio direto, caracterizado pelo cultivo em cima do resíduo da cultura anterior, sem que o trator limpe o solo. Outras técnicas, como a adubação verde, também contribuem para o enriquecimento do solo, fornecendo o equilíbrio necessário para a geração de alimentos saudáveis. O solo é enriquecido com adubo orgânico que promove o desenvolvimento da vida neste solo, como minhocas, bactérias e fungos benéficos, que contribuem para o equilíbrio do sistema.

É o plantio de certas espécies de plantas, geralmente leguminosas, simultaneamente ou em processo alternado com o plantio de culturas de interesse econômico. Quando cortados, os adubos verdes são misturados ao solo e deixam esses nutrientes disponíveis para o produto orgânico que será cultivado. Também protegem o solo da erosão e podem ser repelentes naturais de pragas e doenças.

O mito de que o produto orgânico é menor ou mais feio já foi superado pela produção orgânica.

A agricultura orgânica costuma ser relacionada a produções em pequena escala. Desde a década de 1970, quando o processo orgânico começou a ser difundido no meio acadêmico e científico, novas tecnologias foram desenvolvidas e estudos realizados para possibilitar produções em grande escala e evitar pragas e doenças sem a utilização de agrotóxicos. Esse processo evolutivo pode ser observado em culturas como a do café, cana-de-açúcar e morango.

Alimentos hidropônicos têm um processo de produção diferente ao processo proposto pela agricultura orgânica. Na hidroponia, podem ser utilizados agrotóxicos. Os hidropônicos são caracterizados pelo cultivo direto na água, enquanto a agricultura orgânica trabalha com o solo como organismo vivo. Na hidroponia, fertilizantes altamente solúveis, proibidos pela agricultura orgânica, são colocados na água e absorvidos pelas raízes das plantas.

Sim. Para serem considerados orgânicos, o processo de industrialização deve respeitar as normas de fabricação para evitar qualquer contaminação do produto com substâncias indesejadas. Seus ingredientes devem ser inofensivos à saúde do consumidor. Para ser considerado orgânico, o produto deve ser composto de no mínimo 95% de ingredientes orgânicos. Os que têm proporção menor só podem ser chamados de “produto com ingredientes orgânicos” e essa porção tem que ser de, no mínimo, 70%. Já os com menos de 70% de ingredientes orgânicos não podem ser vendidos como tal e não podem ter o selo brasileiro.

O selo brasileiro deve ser colocado em todos os produtos orgânicos comercializados em lojas, sites e supermercados, sendo produzidos ou não no Brasil. Apenas os produtos vendidos direto nas feirinhas, onde o produtor é cadastrado junto ao Mapa e está ligado a uma Organização de Controle Social, podem ser comercializados sem o selo. Neste caso, o consumidor pode pedir que o produtor apresente sua Declaração de Cadastro para confirmar sua condição. Produtos importados que cheguem ao Brasil sem o selo, não podem ser comercializados como orgânicos no país. A única exceção é para os produtos com longa validade, que foram produzidos ou importados até dezembro de 2010 (como café e açúcar), que estavam sem utilizar o selo na ocasião de sua produção, uma vez que a obrigatoriedade do uso só passou a valer em 1º de janeiro de 2011.

Trata-se de uma sigla em inglês, de um sistema de agricultura de sucesso, que vem se espalhando por todo o mundo. CSA ou Community-Supported Agriculture significa Agricultura Apoiada pela Comunidade. Consiste em parcerias locais e solidárias entre produtores e consumidores.

Entre várias vantagens deste modelo de compra, destacam-se:
– Contribuir com a fixação do agricultor no campo, gerando renda e evitando êxodo rural;
– Conhecer a origem dos produtos que são consumidos;
– Preço justo para quem vende e quem compra pois não tem intermediários;
– Qualidade dos alimentos por serem colhidos pouco antes da entrega;
– Proporcionar uma economia associativista e colaborativa;
– Resgatar e incentivar cultura do campo para as famílias envolvidas.

A expressão em inglês “Farm to Table” significa em português “Do Campo para a Mesa”. Consiste em proporcionar o vínculo direto entre agricultor e consumidor, sem intermediários. Entre as vantagens esta no menor tempo entre a colheita e a entrega do alimento ao consumidor e preços justos.

A sigla PANC é formada pelas iniciais da expressão “Plantas Alimentícias Não Convencionais”. Este termo criado pelo biólogo Valdely Kinupp e diz respeito às plantas comestíveis que surgem de forma espontânea em quintais, terrenos baldios e canteiros, mas que não são consumidas por falta de costume ou de conhecimento. São aqueles alimentos que geralmente não fazem parte a rotina e consumo de grande parte da população. Vários grandes chefs consagrados, como Alex Atala, Helena Rizzo e Ivan Ralston, utilizam mais de 350 variedades em seus restaurantes.
Exemplos: feijão-borboleta, erva-jabuti, beldroega, saião, tagete, entre várias outras.

Realizamos entregas em São Paulo, porém é necessário consultar quais os bairros.

O frete para São Paulo é cobrado R$15,00 por cesta entregue.

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